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  1. GetnetGetnet expande atuação na Europa com integração unificada de pagamentosA Getnet, fintech líder em soluções de pagamento na América Latina e na Península Ibérica, amplia sua atuação na Europa e passa a oferecer a...
  2. Governo Introduz Matriz de Seguimento do Observatório de DesenvolvimentoO Governo moçambicano pretende introduzir uma Matriz Pública de Seguimento das Recomendações do Observatório de Desenvolvimento, atribuindo a cada recomendação um responsável, um prazo e um indicador, com vista a reforçar a prestação de contas e assegurar que as decisões tomadas se traduzam em resultados concretos. A proposta foi apresentada quarta-feira, em Maputo, pelo ministro da Planificação e Desenvolvimento, Salim Valá, na abertura da 23.ª Sessão do Observatório de Desenvolvimento, que defendeu a necessidade de transformar o mecanismo num espaço de acompanhamento efectivo dos compromissos assumidos. “A próxima sessão abrirá com a prestação de contas sobre o que foi feito”, afirmou Valá, apontando a necessidade de aproximar o diálogo das decisões, a execução dos resultados e as políticas públicas das necessidades dos cidadãos. O governante propôs cinco compromissos para melhorar o funcionamento do Observatório, incluindo a revisão do Guião Estratégico de Orientação, a realização de sessões temáticas preparatórias, a criação de um painel de indicadores do Plano Económico e Social e Orçamento do Estado (PESOE) 2027 e a capacitação dos participantes em análise de planos, orçamentos, execução, monitoria e avaliação. A iniciativa prevê igualmente o acompanhamento trimestral dos indicadores do PESOE 2027 e a divulgação dos resultados do Inquérito sobre Orçamento Familiar (IOF) de 2025, que deverão contribuir para actualizar a avaliação da pobreza e do bem-estar da população. “Não se pode transformar aquilo que não se mede”, sublinhou o ministro, defendendo uma governação sustentada em evidências, transparência e participação dos diferentes actores do desenvolvimento. Valá reconheceu, contudo, que o Observatório enfrenta desafios que condicionam o seu desempenho, entre os quais a irregularidade das sessões, a fraca actividade dos observatórios distritais, as limitações técnicas de alguns participantes e a dependência de financiamento externo. Citando um estudo da Universidade Católica de Moçambique sobre o Observatório da Província de Gaza, entre 2021 e 2024, o governante destacou que a participação nas sessões aumentou de 73 para 170 pessoas. O trabalho académico também identificou resultados concretos, como a conclusão de salas de aula em Chibotane, no distrito de Massingir, depois de o assunto ter sido levado ao Observatório. “Um problema que regressa ao Observatório pela terceira vez já não é apenas um problema do sector. É um problema do próprio Observatório”, advertiu. No plano económico, o ministro defendeu que Moçambique deve acelerar a diversificação da economia, sem depender exclusivamente da futura expansão da produção de gás natural liquefeito. Apontou a agricultura, as pequenas e médias empresas, a agro-indústria, o turismo, a logística, a digitalização e os serviços como áreas com potencial para gerar emprego e aumentar os rendimentos das famílias. O governante destacou ainda a necessidade de alinhar o planeamento, o orçamento e a execução, considerando que os recursos públicos devem ser orientados para prioridades com maior impacto na vida dos cidadãos. “E uma regra deve atravessar todo o ciclo: o que se planifica deve entrar no orçamento, e o que entra no orçamento deve ser efectivamente executado”, afirmou. Valá apelou ao envolvimento do sector privado, da sociedade civil, da academia, dos parceiros de cooperação, dos jovens e das mulheres no acompanhamento das políticas públicas. A 23.ª Sessão do Observatório de Desenvolvimento decorreu sob o lema “Juntos no Mesmo Rumo: Participação, Resultados e Confiança no Caminho do PESOE 2027”, com o propósito de reforçar a participação, a transparência e a obtenção de resultados concretos. (AIM) Distribuído pelo Grupo APO para Portal do Governo de Moçambique.
  3. LogisticsPresidente da República (PR) Exonera Ministra de Educação e Cultura Samaria Tovela e Nomeia Edson MacuácuaO Presidente da República, Daniel Chapo, exonerou Samaria dos Anjos Filemon Tovela do cargo de Ministra da Educação e Cultura e nomeou Édson da Graça Francisco Macuácua. A exoneração ocorre numa semana marcada por diversas actividades do sector da Educação, incluindo as celebrações do Dia do Professor, assinalado a 12 de Outubro. Samaria Tovela orientou o Conselho Coordenador do Ministério da Educação e Cultura, ocasião em que deixou orientações sobre o futuro do sector. Édson da Graça Francisco Macuácua exercia as funções de secretário de Estado da Ciência e Ensino Superior, cargo do qual foi igualmente exonerado pelo Chefe do Estado. Para o cargo de secretário de Estado da Ciência e Ensino Superior, Daniel Francisco Chapo nomeou Isaú Joaquim Menezes. As decisões foram formalizadas através de despachos presidenciais, ao abrigo das competências conferidas ao Presidente da República pela Constituição da República, nos termos das alíneas a) e d) do número 2 do artigo 159. (AIM) Distribuído pelo Grupo APO para Portal do Governo de Moçambique.
  4. AINTL HEALTHCARENTL HEALTHCARE lança globalmente a solução de IA local "CerviCARE® AI AT"A NTL HEALTHCARE, uma empresa de IA voltada para a saúde da mulher, anunciou o lançamento global do CerviCARE® AI AT, uma versão local de seu sistema ...
  5. NuveiNuvei obtém licença para oferecer aceitação de pagamentos locais na África do SulA Nuvei, fintech global que constrói a infraestrutura para todos os pagamentos, em qualquer lugar, anunciou hoje que obteve autorização da Associação ...
  6. Presidente da República (PR) Promete Combate Cerrado ao Tráfico e Consumo de Drogas no PaísO Presidente da República, Daniel Chapo, anunciou que o Governo vai intensificar o combate ao tráfico, à venda e ao consumo de drogas no país, com particular atenção às escolas, casas de pasto e locais de diversão identificados como pontos de venda e consumo de substâncias ilícitas, vulgarmente conhecidos como “bocas de fumo”. Para o efeito, o Chefe do Estado defendeu o reforço da capacidade de intervenção das instituições competentes, incluindo o Ministério Público (MP), os tribunais, as Forças de Defesa e Segurança (FDS), o Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC) e a Polícia da República de Moçambique (PRM), nos seus diferentes ramos. “Devemos reforçar a capacidade de intervenção das instituições competentes no combate a este mal, desde o Ministério Público, os tribunais, as Forças de Defesa e Segurança, o SERNIC e a Polícia da República de Moçambique, nos seus diversos ramos, devendo intervir nos locais de venda e consumo de drogas, vulgarmente conhecidos como bocas de fumo”, afirmou. Chapo sublinhou que o Estado não pode demonstrar qualquer complacência perante a existência destes espaços, defendendo a sua identificação, a responsabilização dos envolvidos e a aplicação das sanções criminais previstas na lei. “Mas é sobre a escola que recai hoje a minha mais profunda inquietação. A escola deveria ser o templo do saber e o refúgio seguro dos nossos filhos e das nossas filhas, mas está a ser assediada por redes de droga”, declarou. O Presidente da República manifestou preocupação com o impacto do consumo de drogas entre crianças e adolescentes, considerando que o fenómeno está a comprometer os seus sonhos e perspectivas de futuro. “Esta é uma linha vermelha que não consentiremos que seja ultrapassada. A protecção da criança é um imperativo constitucional e um dever sagrado do Estado moçambicano, que temos o privilégio de liderar”, afirmou. “Por cada escola, por cada criança, por cada adolescente e por cada escola ameaçada, responderemos com toda a autoridade da lei e toda a força da Nação”, acrescentou. O Chefe do Estado destacou igualmente a importância da participação de especialistas do Brasil e de Portugal na conferência, considerando que o intercâmbio permitirá a partilha de experiências e boas práticas no domínio da prevenção e do combate à droga. Chapo falava durante a abertura da Conferência Nacional sobre Prevenção e Combate à Droga, que decorre sob o lema “Prevenção e combate à droga: novas tendências, seus desafios e respostas inovadoras”. Na ocasião, alertou para a crescente capacidade de adaptação das organizações criminosas, que recorrem às novas tecnologias, às plataformas digitais e aos meios de pagamento electrónicos para expandir e dissimular as suas operações. “O mercado ilícito de drogas transforma-se continuamente, e as organizações criminosas demonstram uma capacidade crescente de adaptação, servindo-se das novas tecnologias, das plataformas e dos meios de pagamento digitais para ampliar e dissimular as suas operações”, afirmou. Segundo o Presidente da República, a dimensão do fenómeno manifesta-se igualmente no aparecimento de novas substâncias psicoactivas e no aumento do número de consumidores, incluindo menores de idade. Perante este cenário, defendeu uma actuação cada vez mais preventiva, coordenada e estratégica por parte dos Estados, de modo a responder às novas ameaças e a ajustar as medidas de intervenção à evolução do fenómeno. Nos últimos anos, as autoridades competentes têm constatado a introdução ilícita de quantidades significativas de drogas no país, bem como a existência de unidades de produção de substâncias com efeitos estimulantes e sedativos, incluindo anfetaminas e metanfetaminas. As autoridades têm igualmente identificado a utilização de diferentes locais para o desenvolvimento de actividades ilícitas, incluindo pequenas machambas instaladas em zonas remotas, como estratégia para dificultar a detecção e a fiscalização por parte das entidades competentes. “Este cenário torna imperioso reforçarmos a nossa capacidade de vigilância a todos os níveis e denunciarmos cada vez mais às autoridades os comportamentos e as actividades suspeitas”, afirmou Chapo. O Governo manifesta particular preocupação com a entrada e circulação, em Moçambique, de drogas consideradas altamente nocivas para a saúde humana, com destaque para a cocaína e a heroína. A diversidade de substâncias apreendidas confirma, segundo o Chefe do Estado, o crescimento e a complexidade do mercado ilícito de drogas, que deixou de se limitar ao trânsito de estupefacientes e passou a abranger também a produção e o consumo no território nacional. Chapo apontou as características geográficas de Moçambique, nomeadamente a extensa linha costeira, com cerca de 2.700 quilómetros, a posição estratégica no oceano Índico, a dimensão das fronteiras terrestres e a ligação aos principais corredores económicos da África Austral como factores que, embora favoreçam a integração regional e o desenvolvimento, colocam desafios adicionais ao controlo da entrada de drogas no país. “Por esta razão, as rotas de tráfico mais visadas são as vias marítimas e terrestres, utilizadas para a entrada e circulação destas substâncias em Moçambique e na região”, explicou. Acrescentou que os traficantes recorrem igualmente à via aérea para o transporte de drogas, situação que torna mais exigentes a fiscalização das fronteiras e o controlo da circulação de pessoas e bens. Como parte das medidas preventivas, o Presidente da República recomendou a criação de núcleos antidroga nas escolas públicas e privadas, tomando como referência a experiência desenvolvida na cidade de Maputo. PGR DEFENDE REFLEXÃO SOBRE IMPACTO DO TRÁFICO Por sua vez, o Procurador-Geral da República, Américo Letela, enalteceu a participação dos especialistas estrangeiros na conferência, considerando que o encontro constitui uma oportunidade para aprofundar a reflexão sobre o tráfico e o consumo de drogas. “A realização desta conferência decorre da necessidade de reflectirmos, de forma aberta e responsável, sobre o tráfico de drogas, que, pelas suas consequências, ultrapassa a dimensão económica”, afirmou. SAÚDE REGISTA AUMENTO DE CASOS ASSOCIADOS AO CONSUMO DE DROGAS Entretanto, o ministro da Saúde, Ussene Isse, manifestou preocupação com o impacto do consumo de drogas na saúde pública, considerando tratar-se de um problema de dimensão mundial, com particular relevância para Moçambique. Segundo o governante, o número de pessoas atendidas nas unidades sanitárias do país por alterações de comportamento associadas ao consumo de drogas e de outras substâncias registou um aumento significativo. “Em 2024, atendemos cerca de 23.400 pessoas com alterações de comportamento devido ao consumo de drogas. Em 2025, atendemos 28.800 pessoas”, revelou. Os dados apresentados pelo ministro apontam para um aumento de aproximadamente 23% no número de pessoas atendidas entre 2024 e 2025. O governante referiu ainda uma evolução da proporção de casos de mortalidade associados ao consumo de drogas, de 5%, em 2007, para 30%, em 2025. (AIM) Distribuído pelo Grupo APO para Portal do Governo de Moçambique.
  7. AIJ.S. HeldO J.S. Held AI Disputes Monitor do terceiro trimestre de 2026 revela uma mudança no foco dos litígios envolvendo IA: da forma como os sistemas são desenvolvidos para a maneira como se comportamA empresa global de consultoria J.S. Held divulgou hoje a atualização do terceiro trimestre de 2026 para seu AI Disputes Monitor. O Gabinete do...
  8. Cabo Verde: Presidente da República Interina ressalta importância da Internet na democratização do acesso aos livrosA Presidente da República Interina, Janira Hopffer Almada, destacou esta tarde, em entrevista à comunicação social durante a visita à Grande Feira do Livro 2026, que a democratização do acesso ao conhecimento exige não só a promoção da leitura, mas também o investimento em internet gratuita e na disponibilização de livros digitais, ferramentas essenciais para ultrapassar os desafios da condição arquipelágica de Cabo Verde e garantir que o saber chegue ao maior número possível de jovens. “Leitura é conhecimento, conhecimento é crescimento”, frisou a Presidente da República Interina, ao justificar a necessidade de apostar no acesso digital como solução inovadora de promoção da leitura, para complementar a distribuição física e ampliar o alcance da educação. A Presidente da República Interina lembrou que a aposta na educação tem sido, desde a independência, uma das grandes ferramentas que transformaram Cabo Verde numa história de sucesso em vários domínios. Hopffer Almada reforçou ainda que iniciativas como a Grande Feira do Livro são determinantes para consolidar esse caminho, ao mesmo tempo que promovem os autores nacionais e incentivam a participação das escolas e comunidades. A edição 2026 da Feira decorre até 17 de outubro, na Cidade da Praia, sob o lema “Herança Literária”, reunindo mais de 20 mil obras, escritores de Cabo Verde, Portugal, Moçambique e Guiné-Bissau, além de debates e conferências internacionais sobre diásporas, identidades e mobilidades no espaço transatlântico. Distribuído pelo Grupo APO para Presidência da República de Cabo Verde.
  9. Enghouse Systems LimitedEnghouse Transportation e Cal-ITP ampliam a integração dos pagamentos no transporte público em todo o condado de VenturaA Enghouse Transportation & Public Safety, líder em soluções para os setores de transporte e segurança pública, destacou hoje o sucesso contínuo de...
  10. BingX EUBingX EU obtém a licença MiCAR, oferecendo serviços cripto regulamentados em toda a EuropaBingX EU (MEGE zweite GmbH) obteve a licença conforme ao Regulamento dos Mercados de Criptoativos (MiCA ou MiCAR) da Autoridade do Mercado Financeiro ...
  11. AutomotiveCabo Verde: Presidente da República Interina recebe Rotary InternacionalA Presidente da República Interina, Janira Hopffer Almada, recebeu na manhã desta quarta‑feira, 14 de outubro de 2026, o Governador do Distrito 9101 do Rotary International, Baidy Dieng, acompanhado por Neusa Silva, Assistente do Governador em Cabo Verde, e Nélido Silva, Presidente do Rotary Club Maria Pia. Na audiência, foram apresentados os projetos que o Rotary Internacional pretende desenvolver em Cabo Verde, com destaque para iniciativas de caráter social e comunitário. O Governador sublinhou o papel das mulheres nos clubes rotários e a importância de maior articulação com municípios e instituições locais, valorizando ainda a estabilidade do país como fator que potencia o impacto das intervenções. Por sua vez, a Presidente da República Interina destacou a necessidade de se trabalhar em parceria e promover uma forte articulação com instituições que atuam na área social, de forma a maximizar os resultados e potenciar a eficácia das ações. Hopffer Almada manifestou a sua disponibilidade para apoiar o Rotary Internacional nas articulações necessárias e na identificação das áreas prioritárias de intervenção, reafirmando a importância da cooperação para o desenvolvimento de Cabo Verde. Distribuído pelo Grupo APO para Presidência da República de Cabo Verde.
  12. V20: Cabo Verde reforça oportunidades de financiamento para a resiliência climática e o desenvolvimento sustentávelCabo Verde, enquanto Pequeno Estado Insular em Desenvolvimento particularmente vulnerável aos efeitos das alterações climáticas, encontra no V20 uma plataforma estratégica para reforçar a mobilização de financiamento climático, promover investimentos resilientes e defender melhores condições de acesso aos recursos internacionais. Integrado no Climate Vulnerable Forum (CVF), o V20 (Vulnerable Twenty Group of Ministers of Finance) reúne os ministros das Finanças dos países mais vulneráveis aos impactos climáticos e visa fortalecer a cooperação financeira, promover a justiça climática e facilitar o acesso a recursos para o desenvolvimento sustentável e resiliente. A participação de Cabo Verde no V20, desde 2025, assume particular importância face aos desafios climáticos que condicionam o desenvolvimento nacional, nomeadamente a seca, a escassez de recursos hídricos, os fenómenos meteorológicos extremos, a erosão costeira e a subida do nível médio do mar. Estes riscos afetam setores estratégicos como a agricultura, o turismo, os transportes e a gestão dos recursos hídricos, reforçando a necessidade de mobilizar recursos financeiros e técnicos para fortalecer a capacidade de adaptação e a resiliência climática do país. Neste contexto, o V20 representa uma oportunidade para Cabo Verde melhorar o acesso a financiamento concecional, reduzir os custos de financiamento associados à sua vulnerabilidade climática e mobilizar investimentos para projetos estruturantes nas áreas da água, das energias renováveis, da proteção costeira e das infraestruturas resilientes. A participação ativa do país poderá igualmente favorecer a preparação de um Plano de Prosperidade Climática (Climate Prosperity Plan – CPP) e o aproveitamento de mecanismos como o Vulnerability to Viability (V2V) Compact, alinhando a ação climática com as prioridades nacionais de desenvolvimento sustentável. Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Cabo Verde.