BioVittia completa 5 anos com salto de produtividade, proximidade com o produtor e ganhos de até 9 sacas de soja por hectare
Com mais de 2.400 hectares monitorados em 13 estados, projeto de manejo biológico da Vittia comprova rentabilidade e sanidade no campo no ano em que a companhia celebra 55 anos.
No ano em que comemora 55 anos de mercado, a Vittia celebra também a consolidação do Projeto BioVittia. Em seu quinto aniversário, a iniciativa combina a consultoria técnica Vittia, que prioriza a proximidade com o produtor rural, com práticas de manejo integrado em mais de 2.400 hectares em 13 estados brasileiros, apresentando resultados práticos que o mercado do agronegócio buscava: produtividade com sustentabilidade. O sistema produtivo é baseado em um manejo integrado que prioriza defensivos biológicos e em assistência técnica. Na soja, uma das principais culturas acompanhadas, o incremento chega a 9,22 sacas por hectare.
Criado em 2021 para acelerar a transição biológica no campo, o projeto foi pioneiro ao levar para dentro das lavouras um modelo de validação técnica focado na integração de soluções à base de microrganismos ao manejo. A iniciativa nasceu para atender a uma demanda cada vez mais presente entre os produtores rurais: melhorar o controle de doenças e pragas, diminuir a dependência de produtos convencionais sem abrir mão da produtividade, da segurança e da rentabilidade.
Com estratégias adaptadas às características de cada região e aos desafios fitossanitários de cada safra, o projeto busca comprovar, na prática, que a sustentabilidade pode caminhar lado a lado com alta performance agronômica, oferecendo respostas concretas a um produtor cada vez mais criterioso e exigente na adoção de novas tecnologias.
Em termos de representatividade, a cultura da soja representa 57% das áreas do BioVittia, seguida por milho (14%), trigo (9%), feijão (5%) e tomate (4%). O interesse crescente de diferentes perfis produtivos por estratégias de manejo integrado reflete-se diretamente nos ganhos aferidos ao longo das últimas safras, em comparação às áreas conduzidas com manejo convencional:
- Cana-de-açúcar: + 34,11 toneladas/ha.
- Soja: + 9,22 sacas/ha.
- Milho: + 8,49 sacas/ha.
- Uva de mesa: + 7,9 toneladas/ha.
- Melão: + 2,8 toneladas/ha
- Pecuária (Pastagem): + 1,3 unidade animal/ha.
Os dados consolidados da soja mostram consistência em diferentes polos agrícolas. Em Montividiu (GO), a área do BioVittia superou o padrão da fazenda em quase 10 sacas na safra 23/24 (93,6 contra 84,38). Já em Chapadão do Sul (MS), na safra 25/26, o salto foi de 87 para 92 sacas por hectare.
"O BioVittia tira o defensivo biológico do campo das promessas e o coloca na realidade financeira do produtor. Não se trata de simplificar o manejo ou substituir automaticamente o químico pelo biológico, mas de entender onde cada ferramenta entrega o maior valor produtivo e sanitário", Jéssica Ferreira da Silva, Coordenadora de Projetos da Vittia.
Além do volume, o monitoramento provou ganho em sanidade. Mesmo sob elevado volume pluviométrico, a área com manejo biológico demonstrou resiliência e produtividade. "Soluções como o Meta-Turbo® Max e o Bio-Imune® seguraram a pressão de lagartas e doenças de parte aérea. Esses biológicos atuaram de forma estratégica dentro do manejo integrado, especialmente quando o clima exigiu intervenções químicas pontuais para o controle de mofo-branco e percevejo-marrom", destaca a Engenheira Agrônoma.
Apesar das adversidades enfrentadas na última safra, os produtos biológicos alcançaram 80% de adoção na cultura da soja, reforçando a confiança dos produtores na tecnologia e evidenciando o compromisso do projeto em promover uma agricultura mais sustentável, produtiva e alinhada às demandas do campo moderno.
Abertura de novos mercados e recuperação de pastagens
Em culturas de alto valor agregado, destinadas à exportação – como a uva BRS Vitória no polo de Petrolina (PE), e o melão produzido em Baraúna (RN). Nesses mercados, o uso de biológicos tem sido um diferencial competitivo crucial. A redução de resíduos químicos eleva a qualidade dos frutos e atende às exigências de mercados internacionais mais rigorosos.
A iniciativa também avança sobre um dos maiores desafios nacionais: a recuperação de áreas degradadas. Em Sapucaia (PA), um campo de capim-mombaça tratado com o protocolo do projeto registrou a manutenção da cigarrinha-das-pastagens abaixo do nível de dano, aumentando a produção de biomassa e a capacidade de suporte animal por hectare.
"A adoção de biológicos exige conhecimento e presença constante no campo. Os resultados que colhemos hoje em 13 estados são fruto da união entre inovação, tecnologia de ponta e tomada de decisão embasada. É a agricultura brasileira se preparando, na prática, para os reais desafios de eficiência", conclui Edgar Zanotto, Diretor de Inovação e Novos Negócios da Vittia.
Sobre a Vittia
A Vittia (BVMF:VITT3) é referência brasileira em soluções para defesa e nutrição de plantas, levando produtividade, rentabilidade e sustentabilidade para o agronegócio brasileiro. A Companhia tem em suas raízes a base sólida para impulsionar a inovação no campo, unindo tradição e tecnologia de ponta em um portfólio completo.
Com a maior fábrica de produtos biológicos da América Latina e outras cinco unidades no estado de São Paulo, a Vittia desenvolve biotecnologias essenciais para o aprimoramento do balanço socioambiental da agricultura. Seu portfólio robusto inclui soluções de controle biológico (inseticidas, fungicidas e nematicidas), fertilizantes especiais, biofertilizantes e sais para agricultura e pecuária. Em 2026, a Vittia celebra 55 anos e lança uma campanha em comemoração a esse marco, com o tema "Minhas raízes, novas histórias", reforçando seu compromisso ético, sua tradição e sua solidez. A Vittia transforma seu legado em futuro entregando produtividade e rentabilidade ao agronegócio com a simplicidade que nutre a confiança.
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FONTE Vittia